Amo um homem de carne e osso.
Nem de aço, nem de açúcar.
Nada etéreo, nada perfeito.
Amo um homem, apenas um homem.
Desses que, ao final da história, se vão.
Ou por ser finito o amor,
ou por desfalecer, qual carne e osso de que é feito.
E é por isso que o amo ainda mais:
por sabê-lo humano,
feito da mesma matéria que eu.
Nossa, Jú, que coisa linda! Me fez muito bem ler esse poema! Parabéns!
ResponderExcluirEu tbmmmm!!!!!! Só que outro!!hehe
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